haja alguém que possua calma
tão contagiante como a dele.
Escolheu não amar,
escolheu passar inerte aos anos da juventude,
fazendo inveja assim até aos anjos,
que trocariam a eternidade
para sentir o rubor da face,
o estomago doendo e o suor das mãos.
- todo humano deveria ser amado!
Todo humano deveria ter sido amado ao menos,
é o que dizem os bem aventurados.
Todo mundo, exceto ele.
Era apaixonante o jeito como ele via a vida
e como lidava com as bobagens.
Sincero, leve, lúdico, naturalmente bonito.
Seu riso calmo e sonoro
que espalhava deleite aos aos ouvidos atentos.
Seu cheiro era natural, vital,
escorria dos poros emanando vida por aí,
texturizando frivolidades no meu imaginário,
puro sentimentalismo fresco, bobo..
desnaturado.
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